Niveis conceituais de escrita (prof.solidários/Virgínia)

NÍVEIS CONCEITUAIS DE ESCRITA

 

NÍVEL PRÉ-SILÁBICO (algumas representações):

I Movimentos contínuos:

I Movimentos descontínuos:

I Semi-letras (pseudo letras):

I Escrita focada nas letras do nome.

I Escrita fixa para representar coisas diferentes.

I Realismo nominal: coisas pequenas, palavras pequenas. Coisas grandes, palavras grandes.

NURG (NENÉM)

FTGRFDPTRARSV (PAI)

I Leitura seguida.

I Eixo da quantidade mínima: acha que para escrever é necessário usar no mínimo 3 ou 4 letras.

I Eixo qualitativo: acha que para escrever é necessário variar os caracteres.

DSFG (ESCRITA ACEITÁVEL)

AAA (ESCRITA INACEITÁVEL)

 

NÍVEL SILÁBICO

As crianças passam a trabalhar com a hipótese de que a escrita representa a fala.

I Uma letra para cada sílaba.

I Qualquer letra para representar.

 

Silábico restrito: qualquer letra   CRG (banana) MGE (tubarão)

Silábico evoluído: associa letra/ som    BNA, BNN, AAA (banana)

 

I Leitura silabando letra por letra: JKU (cavalo)

I Eixo qualitativo: ATN (banana)   Eixo quantitativo: UAPKERT (uva)

 

I IMPORTANTE! É sempre necessário pedir para o aluno ler e marcar a forma como ele o fez.

 

NÍVEL SILÁBICO-ALFABÉTICO

Algumas sílabas são representadas por inteiro. Em outras, faltam letras.

 

CAVLO (CAVALO)        HLINA (GALINHA)         MAKCO (MACACO)

             

 NÍVEL ALFABÉTICO

A criança descobre como a escrita é representada, ficando agora, várias questões ortográficas.

KAZA (CASA)        GALINA (GALINHA)     BUNEKA (BONECA)

 

A dificuldade na escrita de sílabas complexas (não canônicas), aquelas que ultrapassam a escrita CONSOANTE/ VOGAL, consiste em dificuldade ortográfica.

Nesse nível, é comum encontrar crianças alfabéticas CV, ou seja, presas em consoante/ vogal. Quando isso acontece, é necessário um trabalho constante de ortografia, sempre privilegiando as sílabas complexas.

 

ATIVIDADES PONTUAIS PARA AVANÇO DE NÍVEIS

 

NÍVEL PRÉ-SILÁBICO

Trabalho simultâneo com letras e nomes próprios.

Objetivo: propiciar às crianças a aquisição de um repertório de letras necessárias para que escrevam a partir da memorização global dos nomes.

 

Atividades pontuais:

I Memorização global dos nomes dos alunos e da professora;

I Análise da constituição dos nomes quanto a: letras iniciais e finais, número de letras, ordem das letras no nome e tamanho do nome.

I Atividades específicas: bingo de letras, bingo de nomes, bingo de iniciais de nomes, forca de nomes, memória de letras e nomes;

I Alfabeto móvel: cobrir as fichas ou crachás, formar o próprio nome e dos colegas à vista de modelo;

I Classificação de nomes que: começam com a mesma letra, terminam com a mesma letra, possuem o mesmo número de letras, nomes grandes e pequenos.

 

NÍVEL SILÁBICO

Trabalho simultâneo com letras e nomes próprios

Objetivo: estimular o reconhecimento dos sons das letras através da análise da primeira sílaba dos nomes.

 

Atividades pontuais:

I Desmembramento oral dos nomes em sílabas: pronúncia pausada dos nomes, solicitando-se aos alunos que contem os pedacinhos;

I Análise sonora sobre as iniciais dos nomes próprios;

I Completar nomes com a primeira letra;

I Classificação de nomes próprios com o mesmo número de sílabas;

I Atividades para trabalhar sons iniciais, finais e rimas dos nomes;

I Montar nomes com o alfabeto móvel (sem modelo);

I Colocar letras em ordem alfabética.

 

NÍVEL SILÁBICO-ALFABÉTICO

Trabalho simultâneo com sílabas, letras e nomes próprios

Objetivo: visar a percepção pela criança dos pedaços de sua fala em seus escritos e de como são representados através do destaque silábico dos nomes.

 

Atividades pontuais:

I Jogos e atividades variadas com o alfabeto móvel e sílabas móveis;

I Caça-palavras;

I Cruzadinhas;

I Atividades para completar a primeira ou a última sílaba dos nomes;

I Separação dos nomes em sílabas.

 

NÍVEL ALFABÉTICO

Trabalho simultâneo com letras, sílabas e textos

Objetivo: estimular a leitura de pequenos textos para buscar informações, decodificar e interpretar.

 

Atividades pontuais:

I Leitura oral;

I Interpretação oral e escrita;

I Reconhecimento de palavras, frases ou letras no texto;

I Análise de palavras do texto quanto ao número de sílabas e de letras, quanto à letra inicial ou final;

I Jogos ortográficos.

 

 

 

 

ESTRATÉGIAS PARA DIAGNÓSTICO E AS POSSÍVEIS FORMAS DE AGRUPAMENTOS

 

PARA QUE SERVE O DIAGNÓSTICO?

 

O diagnóstico serve para o aluno mostrar o que sabe e para o professor planejar as atividades que ajudarão os alunos a se desenvolverem.

Neste momento não é hora de fazer o aluno entrarem conflito. Paraisso existem as atividades específicas, tais como: letras móveis, escritas em duplas, jogos, etc. Assim, durante a sua realização o professor deve facilitar a tarefa para a criança mostrar o que sabe.

 

COMO FACILITAR A TAREFA DA CRIANÇA EM MOSTRAR O QUE SABE?

 

Organizar listas de 4 palavras do mesmo campo semântico seguindo a seguinte classificação: uma polissílaba; uma trissílaba; uma dissílaba; uma monossílaba.

 

Evitar a repetição de sílabas com a mesma vogal. No início da alfabetização, é comum as crianças ficarem presas no uso da quantidade mínima e no eixo da variedade de letras. Se não houver esta variedade podemos bloquear as crianças, dificultando um diagnóstico mais preciso.

 

 

LISTA QUE FACILITA O DIAGNÓSTICO

LISTA QUE NÃO FACILITA O DIAGNÓSTICO

PELICANO

BOLO

MOSQUITO

BALA

PIOLHO

BOMBOM

COBRA

CHICLETES

DOCE

 

I  Diagnóstico de frase?!?!: o ideal é solicitar à criança que escreva um texto conhecido: trecho de música, parlenda, etc.

 

QUE CUIDADOS DEVEMOS TER AO APLICAR O DIAGNÓSTICO?

 

I  Dominar a construção da escrita para saber exatamente o que os alunos pensam quando escrevem.

I  Realiza-lo individualmente.

I  Não escandir as palavras.

I  Pedir que leiam o que escreveram.

I  Não corrigir o que o aluno escreveu.

I  Deixá-lo à vontade para apagar, reescrever ou aumentar letras que queiram.

 

COMO AGRUPAR OS ALUNOS PENSANDO NA BASE ALFABÉTICA?

 

Antes de agrupar os alunos, precisamos ter clareza do que queremos trabalhar e o que sabe cada aluno: sabe traçar as letras? Conhece as letras? Qual é seu nível de escrita?

Não podemos agrupar as crianças que pensam igual. O ideal é que possamos agrupá-las por nível de aproximação para que, ao escreverem juntas, entrem em conflito cognitivo e modifiquem sua aprendizagem.

Dessa forma, em alguns momentos uns alunos ajudam os colegas e em outros momentos serão ajudados. Por isso é necessário que se promova rodízios freqüentes, tomando como ponto de partida o diagnóstico. Outro aspecto que devemos levar em conta é o comportamento das crianças.

 

QUAIS SÃO AS POSSÍVEIS FORMAS DE AGRUPAMENTO?

 

NÍVEL PRÉ-SILÁBICO

 

I  Aluno que não sabe grafar letras (movimentos contínuos e descontínuos) com um que sabe letras.

I  Aluno que só grafa letras do nome com um que já conhece muitas letras.

I  Aluno que conhece muitas letras com outro que também conhece, porém, que já percebe o som inicial ou final das palavras.

I  Aluno que percebe o som inicial ou final das palavras com um aluno que se encontra no nível de escrita silábico evoluído.

I  Aluno que conhece muitas letras com um aluno que se encontra no nível de escrita silábico restrito.

 

NÍVEL SILÁBICO

 

I  Aluno que se encontra no nível silábico restrito com outro que se encontra no nível silábico evoluído.

I  Aluno que só usa a mesma letra com outro que registra mais letras.

I  Aluno que se encontra no silábico evoluído com outro no nível silábico alfabético.

 

NÍVEL SILÁBICO-ALFABÉTICO

 

I  Aluno no nível silábico-alfabético com outro do nível alfabético.

 

NÍVEL ALFABÉTICO

 

I  Turma toda alfabética: dá conta de escrever sílabas complexas? Percebe que se fala de um jeito e escreve de outro? Aglutina? Já segmenta?

 

 

 

CONSTRUÇÃO DA BASE ALFABÉTICA

 

Através da análise das escritas dos alunos, podemos pensar em algumas propostas que propiciam a construção da base alfabética.

Estas são algumas possibilidades. Participar (ora como observador, ora como escriba) de situações reais e significativas em que a leitura e a escrita estão presentes com sua função social, é, sem dúvida, a mais rica possibilidade de pensar sobre a base alfabética.

 

PARA CONHECER AS LETRAS

I  Presenciar momentos significativos de escrita;

I  Trabalhar com as fichas do nome;

I  Aprender as letras de seu nome e dos colegas;

I  Aprender a ordenar as letras do nome;

I  Brincar de bingo;

I  Forca (professora escriba);

I  Bingo com a ficha do nome próprio e dos colegas;

I  Memória: nome X inicial ou retrato X inicial;

I  Cruzadão com letras móveis;

I  Brincar de caldeirão com a professora como escriba.

 

PARA APRENDER A GRAFAR AS LETRAS

I  Realizar muitas tentativas de escrita significativas com um propósito e finalidade;

I  Presenciar pessoas escrevendo com um propósito e finalidade;

I  Aprender a escrever o seu nome e o dos colegas (anotar nomes nas atividades, os nomes dos colegas do seu time, etc);

I  Caldeirão da bruxa, forca e jogo do professor (tendo a criança como escriba).

 

PARA PERCEBER A ORIENTAÇÃO DA ESCRITA

I  Presenciar situações significativas de escrita que tenham um propósito e finalidade;

I  Escrever em dupla com um colega que já começou a pensar na orientação da escrita;

I  Ser comunicado (conhecimento social);

I  Colocar as letras do seu nome e dos colegas em ordem com letras móveis;

I  Caldeirão, jogo do professor;

I  Ser questionado pelo professor ao colocar a primeira letra do seu nome, onde colocará a próxima;

I  Cruzadão com letras móveis.

 

 

PARA CONSTRUIR VALOR SONORO (CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA)

I  Adedanha;

I  Alfândega;

I  Aliteração: figura de linguagem que consiste em repetir consoantes, vogais ou sílabas num verso ou numa frase, especialmente as sílabas tônicas.

I  Rima;

I  Escrever textos de memória (poesias, rimas, parlendas) ou palavras estáveis;

I  Realizar escritas espontâneas com propósito e finalidade;

I  Diagramar textos de memória;

I  Escrever em dupla com um colega que já começou a pensar na consciência fonológica;

I  Lista com a mesma letra inicial (buscar um mesmo campo semântico);

I  Bingo e memória (cartela de animais X inicial ou o contrário);

I  Tentar ler palavras que começam com a mesma letra inicial.

 

PARA CRIANÇAS QUE AGLUTINAM

I  Texto aglutinado para segmentá-lo;

I  Escrever em dupla com um colega que segmenta;

I  Caça-palavras;

I  Diagramar textos significativos;

I  Presenciar pessoas pensando sobre aglutinação e segmentação.

 

PARA CRIANÇAS QUE ORA ESCREVEM A SÍLABA COMPLETA, ORA NÃO (NÍVEL SILÁBICO-ALFABÉTICO)

I  Ganhar volume de leitura;

I  Ter muita possibilidade de pensar na escrita;

I  Escrever textos de memória;

I  Escrever um dupla com um colega que está alfabético;

I  Ler o que escreveu;

I  Atividades de consciência fonológica;

I  Letras embaralhadas em lacunado;

I  Caldeirão e forca;

I  Lacunado;

I  Cruzadinha;

I  Caça-palavras.

 

TRABALHO COM JOGOS

I  Utilizar em momentos sistematizados com o objetivo de pensar sobre a construção da escrita;

I  Conhecer suas possibilidades de intervenção;

I  Deve ser adequado ao diagnóstico realizado;

I  Realizar em duplas ou grupos de acordo com o diagnóstico;

I  Repeti-lo para que possa intervir em diferentes grupos.

 

 

 

 

 

 

Trabalho com parlenda

 

Por que trabalhar textos de memória?

I   ESSE TIPO DE TEXTO É SIGNIFICATIVO;

I   AJUDA NA ASSOCIAÇÃO;

I   A ESTRUTURA JÁ ESTÁ GARANTIDA E O ALUNO VAI INVESTIR SOMENTE NA ESCRITA.

 

SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA O TRABALHO COM PARLENDAS:

I  Ir graduando as dificuldades, de acordo com o ritmo da sua turma:

 

1)    Apresentar a parlenda em um cartaz em sala;

2)   Ler para as crianças passando o dedo em palavra por palavra;

3)   Memorizar a parlenda e utilizá-la em brincadeiras corporais;

4)   Usá-las para sortear ajudantes, quem começa um jogo ou atividade, locomover-se pela escola, etc;

5)   Pedir para as crianças virem a frente ler a parlenda para os colegas;

6)   Promover um recital de parlenda para trabalhar a oralidade;

7)   Fazer os personagens da parlenda de material reciclável;

8)   Cortar as parlendas em tiras para as crianças ordenarem;

9)   Levar a parlenda para casa para “ler” para os pais em uma bolsinha ou envelope;

10) Recortar a parlenda em palavras para as crianças realizarem a diagramação;

11)  Desenhar os personagens da parlenda;

12) Fazer um livro com as parlendas preferidas do grupo;

13) Fazer uma lista com as palavras que rimam;

14) Fazer a caixa de parlendas: palavrasem tiras. Oaluno retira a tira e tem que recitar a parlenda da qual essa palavra faz parte;

15) Fazer bingo com as palavras da parlenda;

16) Jogar as palavras da parlenda no chão para adivinharem onde está escrita cada palavra: quem acha a palavra CAPITÃO… vou dar uma dica… termina com O;

17) Realizar a escrita da parlenda após ter sido memorizada em dupla;

18) Fazer lacunados para que completem:

Variação: lacunado com grade

REI

C A P I T Ã O

 

 

 

REI ________

_________ LADRÃO

 

19) Memória: desenho X palavras da parlenda;

20)Caça-palavras e cruzadinha das palavras da parlenda;

 

IMPORTANTE!

É necessário um trabalho constante com a parlenda, num período de no mínimo 2 semanas.

 

 

SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA O TRABALHO COM NOME

1º momento: nome do aluno

1)        Apresentação do nome do aluno utilizando o crachá. Cada aluno irá falar para os colegas após entrevista realizada em casa com os pais: nome e origem, quem o escolheu, se gosta ou não do nome, que outro nome gostaria de ter e porquê.

2)       Identificação do próprio nome no crachá ou ficha: espalhar os crachás no chão e cada criança descobrirá seu nome. A professora poderá dirigir a atividade, indagando:

I  Onde você acha que está escrito seu nome?

I  Mostre com o dedinho onde está escrito seu nome.

I  Por onde a gente começa a escrever seu nome?

I  Como você sabe que este nome é seu?

3)       Chamar atenção para outros aspectos: nome pequeno, nome grande, letra inicial e final,  letras repetidas, formato das letras, etc.

4)       Embaralhar os nomes para cada aluno encontrar o seu.

5)       Uso das fichas na rodinha para o aluno identificar o próprio nome e depois os dos colegas.

6)       Brincar de “Coelhinho vai para a sua toca”: espalhar as fichas e os alunos correm ao redor; quando o professor gritar “Coelhinho, ache sua toca” cada um deverá encontrar a toca onde está a ficha de seu nome.

7)       Dança da cadeira: dançar ao som de uma música cantada pelos alunos. Quando a música acabar, cada aluno deverá sentar na cadeira onde está seu nome (colocar alunos a mais que o número de cadeiras, mas tomar cuidado para que todos tenham a oportunidade de participar).

8)       Jogo de esconde-esconde: os meninos escondem as fichas com os nomes das meninas e vice-versa. Ao sinal da professora, cada um procurará sua ficha.

9)       Sempre registrar nome nas atividades mimeografadas.

10)     Observando a ficha, modelar as letrinhas do nome.

11)      Quebra-cabeça do nome: cortar a ficha em pedaços, em sílabas e depois em letrinhas para a criança montar e depois colar.

12)     Bingo de letras.

2º momento: nome do colega

1)        Faça a incentivação, fale com os alunos que “iremos escrever no caderno o nome dos nossos coleguinhas, para guardar de recordação…”

2)       Escolha um nome por dia (2 ou 3 vezes por semana).

3)       Escreva o nome no quadro.

4)       Peça para a turma ler o nome.

5)       Ressalte detalhes como: tamanho do nome, letras repetidas, acento…

6)       Conte as letras do nome e pergunte aos alunos quem sabe o nome de cada uma. Caso não saibam, você pode falar.

7)       Usando palmas, “cante” o nome para descobrir quantos pedacinhos tem (divisão silábica – oral).

8)       Deixe exposto no quadro, cartaz, o nome escolhido do dia.

9)       Sempre faça a leitura dos nomes.

À medida que outros nomes forem trabalhados, após aproximadamente 2 semanas, realize também as atividades abaixo:

1)        Sortear ajudantes para os alunos identificarem quem é, observando a ficha.

2)       Embaralhar as fichas e deixar que cada aluno retire, sem olhar, uma ficha e diga para a turma o nome que pegou.

3)       Cantar músicas para a chamada: os alunos começam a cantar e a professora mostra então uma ficha. Os alunos deverão completar a música com o nome que está na ficha mostrada.

4)       Separar nomes de meninos e meninas.

5)       Dominó de nomes.

6)       Completar nomes faltando letras, observando modelo.

7)       Caça-palavras: começar com poucos nomes.

8)       Labirinto: passar por um determinado caminho onde só tenha nome de…

9)       Bingo de nomes.

10)     Boliche com os nomes.

11)      Ligar nomes iguais.

12)     Ligar cada nome à sua primeira letrinha.

13)     Encontrar no painel de nomes o que possui o número de letras pedido.

14)     Encontrar o nome maior, menor.

15)     Mostrar para os alunos um pedacinho (sílaba) para que encontrem o nome que começa com o pedacinho mostrado e então copie-o.

16)     Encontrar um rótulo que começa com a mesma letra do nome.

 

2 Respostas so far »

  1. 1

    Maria Amelia (Maria) said,

    Su. querida Adorei tudo! você esta de parabéns pelo Blog, Mais uma vez deixou claro que seus talentos são muitos…Que Deus continue te abençoando, e que a cada dia esteja ao seu lado te dando força e sabedoria. Sinto orgulho de ser sua amiga. Bjus. em seu coração.

  2. 2

    Thais Mascotto said,

    Querida, adorei visitar o seu Blog.
    Parabéns! Continuo aprendendo muito com você…
    Abraços.


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